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A tela do meu celular trincou! E agora?

Por Jonny Ken

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Atualização:

Tem uma lei de Murphy que diz que, quanto mais caro, maior a chance da coisa cair no chão. E o celular é um ótimo exemplo disso. Como o manipulamos o dia todo, ele infelizmente vive escapando das nossas mãos e se espatifando no chão.

Com o surgimento dos smartphones e as telas ocupando toda a frente do aparelho, a chance de ele sobreviver intacto a uma queda é praticamente zero.

Porém, tivemos evolução na resistência das telas. Modelos que usam vidros da Corning (ver lista abaixo) são mais resistentes.

Também tivemos evolução nas capinhas e nas películas. A soma de tudo isso (tela + capa + película) resulta em equipamentos mais resistentes. Porém, aparelhos mais populares talvez não tenham o mesmo nível de proteção.

Neste post, vamos falar sobre o que devemos fazer para proteger nossos queridos celulares e o que fazer em caso de queda.

1 – Aumentando a proteção – Capinhas de TPU

Por mais resistentes que os vidros dos celulares estejam, existem quedas que eles não suportam, como quando o celular cai de quina no chão ou quando a tela bate em alguma ponta.

O que podemos fazer para tentar proteger é usar capinhas. Elas servem para evitar riscos no aparelho e também ajudam a amortecer a queda.

Para proteção contra riscos, a maioria resolve bem! Mas, no quesito proteção contra quedas, as melhores capinhas são as que usam Poliuretano Termoplástico (TPU) nas laterais ou no corpo todo. Ele é um material mais duro que o silicone, mas mais maleável que o plástico rígido. Ou seja, é durável e absorve melhor o impacto nas quedas. A desvantagem das capas de TPU é que elas são um pouco mais espessas, alterando a pegada do aparelho.

Capinhas de TPU. Sua principal função é dissipar a energia da queda, aumentando as chances da tela não quebrar. Pode ter outras cores e formatos!

Capinhas de silicone protegem contra riscos, abraçam melhor o aparelho e mudam pouco a pegada original. Mas duram menos e sua proteção antiquedas é menor que as de TPU.

Capas de Silicone apresentam mais cores e são mais finas. Mas duram menos e não protegem tão bem quanto as de TPUJá capas de plástico ou acrílico são mais rígidas e podem transferir a energia da queda para o aparelho, o que não é nada bom. São mais difíceis de serem encontrados atualmente.—

2 – Aumentando a proteção: Películas

É importante lembrar que a principal função da película não é proteger a tela em quedas, mas sim evitar riscos leves, como o contato com chaves dentro da bolsa.

São vendidos principalmente 3 tipos:

Película de vidro
Mais resistente a riscos e ajuda na proteção em quedas, mas pode quebrar até em impactos leves. Ou seja, pode durar 1 dia ou 1 ano, dependendo de quando você derrubar.

Película PET
Protege bem contra riscos, mas tem baixa proteção contra quedas. Tem boa durabilidade e é a mais fina. A desvantagem é que risca com facilidade. É a mais barata de todas.

Película “gel”
Se sua tela não for 100% plana, essa é a melhor opção. Por ser maleável, acompanha as curvas da tela. A desvantagem é que a proteção contra quedas é quase nula. Também pode descolar nas bordas com o tempo.

Minha tela trincou! E agora?

Existem 3 situações: a película quebrou, o vidro do celular quebrou ou a tela (display) quebrou.

A película quebrou

Cuidado com os cacos de vidro. Eles são extremamente perfurantes.

Nesse caso, você mesmo pode resolver removendo ele usando algo rígido, como um cartão de crédito. Basta levantar uma ponta.

⚠️ Mas MUITO cuidado com os cacos de vidro! Eles são minúsculos e podem entrar na pele. Na dúvida, procure um profissional.

O vidro quebrou

 

A parte que gera a imagem (display) é protegida por um vidro. Para saber se foi apenas ele que quebrou, verifique se a tela e o toque ainda funcionam 100%.

Se for esse o caso, o conserto costuma ser mais barato.

Quando o vidro quebra é possível trocá-lo, mas exige experiência do técnico e equipamentos especiais. (fonte: Youtube do Insinis)

Porém, esse tipo de manutenção normalmente não é feito por assistência autorizada. Se o aparelho ainda estiver na garantia, ela pode ser perdida. CUIDADO COM ISSO!

Além disso, a troca exige equipamentos especiais, então nem toda assistência realiza esse serviço.

A tela (LCD/OLED) quebrou

Se a imagem parou de aparecer em parte ou em toda a tela, ou se o toque no aparelho não responde, será necessário trocar o conjunto da tela.  E isso pode ser caro.

Você pode optar por:

  • Tela original nova (mais cara, mas fica como novo)
  • Tela original usada (depende da procedência)
  • Tela paralela (mais barata, mas com possíveis diferenças)

No caso de telas paralelas, a bateria pode durar menos, as cores podem ser diferentes e a resistência pode ser inferior.

Na maioria das vezes, como é uma despesa inesperada, fica difícil escolher a melhor opção. Ainda mais quando o custo pode chegar perto do valor de um aparelho novo.

O importante é sempre procurar um profissional de confiança, mesmo que seja necessário enviar o aparelho pelos correios e ficar alguns dias sem ele.

Se seu aparelho tiver seguro contra roubo, vale verificar se ele também cobre danos à tela.

O que usamos aqui no Vovos Pontocom?

Tanto eu quanto a Simone usamos capinhas de TPU e películas de gel. Já usamos vidro, mas quebravam com frequência, então desistimos.

Em caso de troca, a Simone já trocou o vidro do tablet e ficou praticamente perfeito.

No meu caso, quando quebrei a tela, optei pelas três vezes por telas paralelas. Pelo preço das originais, compensava mais trocar de aparelho.

E aí? Ficou alguma dúvida?

Ajuda do Dicionário

Smartphone: Smartphone é um aparelho celular com acesso a internet e que permite a instalação de programas como Whatsapp, navegador de internet, jogos, redes sociais, etc.

Veja AQUI dicionário completo

Sobre o autor: Jonny Ken

Corinthiano e Torcedor dos Celtics. Tentou ser biólogo, deu aulas para crianças, jovens e adultos mas se apaixonou pelas as maravilhas da área de Tecnologia. Já trabalhou com suporte, com redes e programação. Blogueiro desde 2006. Conhecido por ter criado o migre.me, popular encurtador de URL na década de 2010.

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